Wednesday, October 24, 2007

Tempos Passam, boas lembrancas,


Tempos Passam, boas lembranças ficam.

Passados quase três anos “blogue” e “posting ,” eis que outro “blog” virá rejuvenescer os outros dois cansados pelo tempo. O tempo voa, voa tão depressa que chega a ultrapassar a velocidade do som, vai daí e toca a arregaçar as mangas, mudar, mudar de nome do “blog”(nunca foi muito bonito) em busca de outro alento, outra motivação, outra estratégia, outros sonhos, outros voos, outras navegações. Como homem do Mar, não desisto perante ele, mesmo aquele da Costa-da-Caparica, Fonte da Telha, aqui bem próximo.


Estive lá ontem, o mar estava maravilhoso, azul-marinho, na imensidão devastadora, guardado pelo Cabo Espichel. Ali mesmo ao dobrar da esquina, fez-me sentir bem a beleza dura e imponente. Faz-me lembrar a primeira vez que subi á Serra da Arrábida e, daí ver a grandiosidade do Mar, bem lá em baixo, deslumbrante e imenso.

Agradeço ao Dr. Juiz Cidadão Martins, Esposa, D. Laurinda e filhos, João e António Cidadão Martins. Era eu um jovem de 15 anos, foi mais de uma semana de férias, onde senti o calor da amizade pura, sem constrangimentos ou preconceitos, é gente a sério com quem eu tive a felicidade de conviver algum tempo, na Vila de Seia, hoje Cidade.


Ao criar um novo blog, senti que tinha o dever de agradecer aos meus amigos, por terem sido tão generosos comigo. Obrigado por isso, passaram muitos anos e também tive a felicidade de poder correr mundo, sonhar e concretizar coisas boas para mim e para a minha família. Também somos 4 na família. Quando se quer, basta avançar, lutar e querer e vencer. Podemos, agora, chegar a todo o mundo, pelos Blogues, por Internet, e:mails etc. parece que as pessoas estão todas mais próximas, é só pesquisar no Google e as coisas aparecem e, é só comunicar, conversar, discutir ideias, aprofundar as democracias, Humanizar, Viver.


Isto hoje é só um navegar no tempo, ver o tempo voar como uma gaivota, livre nos céus. É um pequeno desabafo, que bem falta fazem levar a minha tarefa a bom porto, na transformação de um “monte (monte da cerca)” que não tem parado, em preparação para uma plantação à volta de 200 Árvores, predominando as Oliveiras.

Eduardo Moreira

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