Tuesday, October 31, 2006


BAYERN MUNIQUE vs SPORTING

Está em preparação o jogo que há uma semana o Bayern venceu em Alvalade 21, com um golo bastante cedo o que o levou partir daí a segurar o resultado, mastigando inteligentemente todo o tempo sem riscos cansando os atrevidos sportinguistas, levando assim os três pontos para casa.

Pelas 19:45 começará um jogo desigual no sentido em que há uma diferença muito grande no curriculum dos dois opositores. O colosso Bayern está confiante, sabe que tem pela frente um clube apostando na “prata da casa”, não tinha outra alternativa, dado o passivo financeiro e também a determinação de avançar para o programa de reabilitação das contas. Jogadores. (Liedson, Yanik Tello, C. Martins, Tonel, Ricardo, Polga, Caneira, J.Moutinho, Custódio, Paredes).

Fim da primeira parte (0-0), O jogo foi equilibrado, alguma falta de determinação, constrangidos. O Bayern, esteve este quase no mesmo ritmo, só que desta parte estão a ganhar (1-0) golo em Alvalade. Tem de haver mais do que determinação, firme determinação senão acontece no mínimo o que se passou em Portugal, estão envergonhados e assim não vão lá. Espere que na 2ª parte reajam.

Entrou M. Veloso, saiu Paredes, saiu Carlos Martins e entrou Nani.

Empate. È um bom resultado e não ficaria mal uma vitória do Sporting, embora tenha beneficiado de ter pela frente um Bayern muito suave, por duas razões, uma por acharem que seria canja e outra por já estarem apurados na Champions Ligue. Foi um bom jogo mas gostaria que a vitória tivesse acontecido.

Eduardo Moreira

Sunday, October 29, 2006

Israel ameaça ataques no Egipto

Como se ver no texto do Inglês para o português traduzido automaticamente as ameças continuam. Pairam sempre no ar os perigos de coisas muito perigosas poderem acontecer de um momento para o outro. Um entendimento no Médio Oriente não está minimamente num horizonte próximo. Vejam seguidamente o texto traduzido e o original enviado por "link".

Tradução automática
JERUSALEM que o exército Israeli tentou acalmar medos em Egipto domingo que Israel está planeando uma campanha do bombardeio com as armas precision-guided de encontro aos túneis cross-border do smuggling na tira de Gaza, provérbio toda a ação militar na área seria coordenada primeiramente com Egipto. Um relatório Israeli do jornal da campanha do bombardeio alertou Egipto apressar 5.000 polícias à beira sobre o fim de semana. Os oficiais Egyptian disseram que o movimento estêve significado proteger os Egyptians que vivem na área. Um oficial militar Israeli declinou o comentário no relatório, mas disse-o que o exército não lançaria uma campanha principal do ar sem dizer Egipto. “Os Egyptians serão notificados antes de o tempo sobre tudo que acontecerá em Philadelphi,” o oficial dito, usando o nome do exército para uma tira da terra ao longo da beira de Gaza-Egipto onde o smuggling ocorre. Sob regulamentos militares, falou na condição do anonymity. Israel disse que as armas que smuggling através da beira aumentaram dramàtica desde que Israel se retirou de Gaza o ano passado. O exército terminou recentemente uma ofensiva na área, dig tinham destruído 15 túneis. Os oficiais disseram que uma ação militar mais adicional é possível. A defesa Israeli Israel dita oficiais não está planeando em usar nenhumas armas novas de encontro aos túneis. Instead planeia pisar acima de uma estratégia existente do bombardeio eles do ar com explosivos que penetram diversos medidores (jardas) na terra - não profundamente bastante ao alcance os túneis, mas bastante para disrupt sua construção. Os oficiais falaram na condição do anonymity porque não foram autorizados falar aos meios. O jornal de Maariv de sexta-feira disse Israel de planeamento usar bombas “espertas” de encontro aos túneis, alertando a ação Egyptian das polícias ao longo da beira.

Saturday, October 28, 2006

ESPERANÇA - Júlio Baptista Nunes

Tua sombra na minha caverna,
É luz de raio matutino,
É fulgor de momento proscrito,
É esperança em chão de cisterna,
É força a desviar o destino,
É o fim do próprio infinito
É frio no calor do inferno,

Cego, não vejo mais nada.
Na linha do meu horizonte,
Além do zigurate onde moras,
É profunda, é escura e gelada!
Maldita caverna de sombras,
Que só me deixa a mansão das horas,
Para ver uma transformada.

Friday, October 27, 2006


George W. Bush. O Assumir do falhanço

Estava muito claro que seria um erro muito grande acreditar que se podia entrar num País e rapidamente se eliminavam os radicais e todo o povo aclamaria os salvadores da Pátria. Os EUA estavam, e ainda estão, debaixo de um grande trauma, com o acontecimento do 11 de Setembro de 2001.

Por essa altura eu já gostava de escrever sobre os temas que mais marcavam os acontecimentos agudos que por todo o lado se adivinhavam muito perigosos. Nos quatro anos que vivi nos EUA, de 1995 a 1999 as coisas estavam bastante calmas, o Presidente era Bill Clinton e o assunto mais mediático que apareceu foi o de Mónica Lowinsky. O Presidente ainda abanou um pouco mas não chegou ao empechment.

As tentativas de apanhar Ben Laden não resultaram e isso foi dos maiores insucessos de Clinton. Houve mais tarde o ataque ao Navio de Guerra Cole. Porém as coisas ião andando e ninguém esperava qualquer ataque aos EU, era impensável. Aconteceu a catástrofe no coração de New York. Foi o choque total.

A primeira coisa que me ocorreu foi “não retaliar nos mesmos termos que eles o fizeram, ou seja a destruição quase ninguém concordava comigo, mas eu sabia e sei que tinha e tenho razão, passaram 5 anos e é o que se vê. Houve alguém que ainda levantou a voz dizendo que se devia dialogar, caíram-lhe em cima. Agora já se vai ouvindo. “Tem que se ir ao fundo do motivo do ódio” foi um dos títulos do que escrevi e fui escrevendo. Agora já se fala e falhanço e estuda-se acerca da saída deste caos.
O que se passa em França e outros sítios, também tem de se ir ao fundo dos problemas.

Eduardo Moreira

Thursday, October 26, 2006


António Lobo Antunes – Escritor

Boa a entrevista com Judite de Sousa, foi um descanso para a alma, não sei se a alma gosta destas coisas, não sei também o que é a alma sei que ouvi ali um homem falar baixinho, suave e sem pose nenhuma. Só estava, ia-se coçando ou mordendo os dedos ou falando com o queixo dentado sobre as suas mãos.

A Judite estava sempre muito atenta e sorridente, gostava de o ouvir falar dos livros e da escrita e também quando ele falava nas pessoas de quem gostava. Gosta de toda a gente ou quase. Não sei quanto tempo demorou a entrevista, pois também não havia tempo para pensar em tempo, era só deixar o tempo passar suavemente como o discurso terno do António.

Eu não o conhecia bem, fiquei a conhece-lo melhor. Parecia um deslizar de ternura e paz. Um envolvimento no livro de que falava e de outros como se fosse de uma família grande e boa. Houve muitas coisas que ouvi e gostei mas já não quais foram, só sei que era qualquer coisa muito diferente das lutas de galos entre pessoas que querem atingir algo de proveitoso e ali não havia nada disso.

Já não digo mais nada antes que estrague tudo o que se passou na Grande Entrevista da Judite.
Adeus até à próxima.

Eduardo Moreira

Wednesday, October 25, 2006




Querem modernização ou não?






Essa gente dos sindicatos ainda não perceberam que a luta sindicalista é, actualmente, bem diferente. Agora está em causa a nossa modernização ou seja o nosso desenvolvimento, para fazermos frente à concorrência que quer a nível mundial quer a nível da EU vergonhosamente estamos cada vez mais atrás e assim sendo não há santo que nos valha. Se não produzirmos competitivamente, continuamos na miséria.
Os nossos inefáveis sindicalistas lêem ainda pela mesma cartilha de há muitos anos atrás, mobilizam as massas para irem buscar uns tostões e estão-se nas tintas para o País, não querem saber nada, se o País vai para a frente ou, sabem que está em curso um esforço enorme em marcha para o desenvolvimento e toca de boicotar com manifestações e greves.
Esta hora é de união não de destabilização.Veio por aí a baixo o Sr. Luís Filipe Meneses de mansinho “blá blá “ que até chegou a falar em moção de censura ao governo. E outros que tais, que como uma carneirada, viram logo o seu discurso para alinharem no bota a baixo consertado, só de sonharem que já ali está a nossa chance.
Só pensam em ir para o poleiro, ignorando completamente os altos interesses do País especialmente numa fase tão crucial como a que estamos a viver. Agora deveríamos estar todos unidos com o governo para darmos decisivamente o salto para a média dos nossos parceiros da EU. Ou agora ou nunca.
O nosso também inefável Marcelo veio nas suas escolhas ajudar a quebrar o caminho em curso por parte do Governo e que “se não recuperamos o deficit agora pose ser daqui por uns anos”. Para esse peditório todos nós já demos.
Não queremos esperar mais, se não for agora não o será nunca. O que é preciso Professor é realmente fazer o País andar, não é só debitar um chorrilho de tácticas de jogo e não arriscar uma palavra para impulsionar o País, eu a si hoje só lhe dou 9.
PS: Egoísmo e desprezo pelo País só por sonharem em ser ministros. E horrível. Hipócritas.


Eduardo Moreira

As Sanções contra a Coreia do Norte

O perigo de uma catástrofe está aí presente e a forma de a contornar está muito mal ajuizada. Embora a resolução exclua o uso da força a situação permanece quente e com hipóteses de estourar. Num País como este tem de haver muita sensibilidade no tratamento da mesma. Todos sabemos como está a situação no que diz respeito ao modo de vida deste povo, extremamente má. A Península está dividida, os do Sul estão muito bem e os do Norte estão muito mal, isolados, acusados e ameaçados.

Numa situação destas é um barril de pólvora prestes a rebentar, pressão em cima deles é a pior coisa que se pode fazer. Têm um exército de um milhão e duzentos mil soldados prontos para o que der e vier. Não têm nada a perder porque na situação em que estão leva-os a aceitar tudo.

Falarmos para aqui, não leva a nada, sanções ainda pior, ameaças nem pensar. O que eles precisam e o que o Mundo precisa é que chegue lá uma mão estendida sem arrogâncias e estupidez.

Humildade onde ela faz falta, compreensão pelos outros povos que não vivem numa abundância esbanjadora. Tentar compreender os sentimentos de revolta de umas tantas situações à beira de vários ataques de nervos na sua humilhação. Vamos lá ter tento na língua e nas intenções. Não se pode brincar com coisas tão sérias, sérias mas mesmo, mesmo, mesmo muito, muito sérias.

Avancem com as mãos estendidas para a frente. Não estão fartos de conflitos perfeitamente escusados?.

Quanto aos testes nucleares, não há volta a dar, não se pode proibir, é pior, não faz sentido uns podem outros não podem. Não há resolução da ONU que possa dar a volta a isto, daí, há que aceitar o que tem de ser e avançam com métodos de solidariedade e ajuda, sim ajuda a quem precisa. Não sabem que tem de ser assim. O quero posso e mando está fora de contexto.

Eduardo Moreira