
o romance
está em rodagem
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Referendo 11 de Fevereiro 2007
Como já disse uns dias atrás, o meu voto será “NÃO”, sou pela despenalização porque não faz sentido, quanto a mim, correr atrás de um mulher que, dadas as circunstâncias que só ela conhece, não viu outra solução senão recorrer à IVG. Também não acredito que, a Lei que existe ou outra que seja feita, venha a ter algum resultado.
A verdadeira campanha devia ser aquela que se devia fazer em procurar saber a razão pelo qual há um número tão elevado de casos que recorrem à IVG. Era importante
porem-se em campo, quem tem essa responsabilidade, e indagar as circunstâncias, em que acontecem.
O que estou escrever, dá a impressão de ser uma infantilidade mas não é, ou se quer ir ao fundo da questão ou não. Há por aí muita gente a esgrimir o que deve ser ou não, e o que acaba por resultar é ficar tudo na mesma ou pior. Eu, como já tenho dito sou pelo “NÃO”. Há pessoas que dizem que é hipocrisia, quanto a mim não é nada disso, acontece que, quer a gente queira ou não o que se deve fazer é ser responsável.
Não é a branquear as coisas que se resolve, ou melhor, que se atenua de forma humana a chaga com que vivemos, como acontece com outros, é consciencializar as pessoas de que se está a falar de algo muito importante, que é uma vida, que se pressupõe ter o direito de nascer e ter uns braços humanos esperando por ele.
O argumento de que em certos países se aceita o “SIM” já há muitos anos, não deve mudar em nada aquilo em que acreditamos, que são os nossos valores morais, e aquilo que os outros fazem só dizem respeito a eles próprios.
Eduardo Moreira
Como já disse uns dias atrás, o meu voto será “NÃO”, sou pela despenalização porque não faz sentido, quanto a mim, correr atrás de um mulher que, dadas as circunstâncias que só ela conhece, não viu outra solução senão recorrer à IVG. Também não acredito que, a Lei que existe ou outra que seja feita, venha a ter algum resultado.
A verdadeira campanha devia ser aquela que se devia fazer em procurar saber a razão pelo qual há um número tão elevado de casos que recorrem à IVG. Era importante
porem-se em campo, quem tem essa responsabilidade, e indagar as circunstâncias, em que acontecem.
O que estou escrever, dá a impressão de ser uma infantilidade mas não é, ou se quer ir ao fundo da questão ou não. Há por aí muita gente a esgrimir o que deve ser ou não, e o que acaba por resultar é ficar tudo na mesma ou pior. Eu, como já tenho dito sou pelo “NÃO”. Há pessoas que dizem que é hipocrisia, quanto a mim não é nada disso, acontece que, quer a gente queira ou não o que se deve fazer é ser responsável.
Não é a branquear as coisas que se resolve, ou melhor, que se atenua de forma humana a chaga com que vivemos, como acontece com outros, é consciencializar as pessoas de que se está a falar de algo muito importante, que é uma vida, que se pressupõe ter o direito de nascer e ter uns braços humanos esperando por ele.
O argumento de que em certos países se aceita o “SIM” já há muitos anos, não deve mudar em nada aquilo em que acreditamos, que são os nossos valores morais, e aquilo que os outros fazem só dizem respeito a eles próprios.
Eduardo Moreira
dia 29,07 - Dados de interesse
cinema
Cine Clube – Ciclo Francês - QUANTO ME AMAS? dia 29/01/2007 21.30 M 12 3€
De Bertrand Blier Com Monica Bellucci, Gerard Depardieu, Jean-Pierre Darroussin e Bernard CampanRomanceA belíssima Daniela é uma prostituta, uma das mais cobiçadas de todas. Já François é um cliente especial, já que resolve comprar o amor de Daniela após ganhar a lotaria. Ele pede-a em casamento e ela aceita, mas tem dificuldades em abandonar o estilo de vida que costumava levar...
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