
Natal
A harmonia trazida por um menino em palhinhas deitado. É a mensagem que veio para ficar, ficou para sempre, alguém a agarrou bem e não mais desapareceu, as pessoas sabem onde está algo de positivo, de ternura, do bem saber, do bem compreender o seu significado. Foi um empurrão nas mentalidades, na humanização na decência no amor.
Este tal menino tão frágil como os outros, trouxe com ele alguma luz aos espíritos materialistas, egoístas e secos de compreensão da diferença do bem e do mal.
Aqueles que põem em primeiro as coisas fúteis e a ganância de nada quererem perder, mesmo que essa ganância material enegreça a alma o espírito e os prive do sabor da fraternidade e do verdadeiro amor, aquele que trás a Luz e a verdadeira Paz.
Por vezes tem que se procurar bem, dada a falência total de entendimento, continuando a haver em redor montes de amor e até aquela compreensão da realidade que é o facto de que cada um é como nasceu.
Os genes de raiz teimam em manter-se exactamente na mesma, ignorando que o ser humano evolui ferozmente na bela ânsia de crescer e humanizar-se. Aí sim, se encontra-se a verdadeira luz.
No Natal há que pensar, meditar e sentir a mensagem que todos os anos, os genes, preguiçosos, sejam espicaçados e levados a sentir a vontade de amar e saber o que é o amor, que nos chega através do menino Jesus, adorado por crença, havendo aí o querer mudar e assim as coisas acontecem.
Eduardo Moreira
A harmonia trazida por um menino em palhinhas deitado. É a mensagem que veio para ficar, ficou para sempre, alguém a agarrou bem e não mais desapareceu, as pessoas sabem onde está algo de positivo, de ternura, do bem saber, do bem compreender o seu significado. Foi um empurrão nas mentalidades, na humanização na decência no amor.
Este tal menino tão frágil como os outros, trouxe com ele alguma luz aos espíritos materialistas, egoístas e secos de compreensão da diferença do bem e do mal.
Aqueles que põem em primeiro as coisas fúteis e a ganância de nada quererem perder, mesmo que essa ganância material enegreça a alma o espírito e os prive do sabor da fraternidade e do verdadeiro amor, aquele que trás a Luz e a verdadeira Paz.
Por vezes tem que se procurar bem, dada a falência total de entendimento, continuando a haver em redor montes de amor e até aquela compreensão da realidade que é o facto de que cada um é como nasceu.
Os genes de raiz teimam em manter-se exactamente na mesma, ignorando que o ser humano evolui ferozmente na bela ânsia de crescer e humanizar-se. Aí sim, se encontra-se a verdadeira luz.
No Natal há que pensar, meditar e sentir a mensagem que todos os anos, os genes, preguiçosos, sejam espicaçados e levados a sentir a vontade de amar e saber o que é o amor, que nos chega através do menino Jesus, adorado por crença, havendo aí o querer mudar e assim as coisas acontecem.
Eduardo Moreira

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