
Mas que Does, Bush e Ehud Olmert
O caldo vai ficar entornado, os EUA, com o Sr. Presidente Bush, à frente, promete levar tudo pela frente, à bruta, para resolver os seus problemas, juntou-se com outro, que tal, o primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, renhidos no objectivo de impedir o Irão prosseguir com o programa de enriquecimento de urânio, Israel diz que não pode tolerar um Irão Nuclear, Bush recusa-se a dialogar com o Irão, mesmo para ajudar a resolver o conflito no Iraque que eles produziram, agarrados a informações que não foram confirmadas.
Nota-se que Israel está mais do decidido em avançar para um via de confronto de forma a eliminar o potencial em preparação por parte do Irão. Não se sabe o que isto vai dar mas que se avizinham coisas graves, não restam dúvidas. Blair está muito mais moderado e avança com propostas ao Irão, mesmo assim com ameaças de isolamento.
Esperava-se que com a derrota dos Republicanos nas Eleições ao Congresso, e já com as posições dos Democratas pressionando Bush, aparecessem propostas mais realistas, mas, com as atoardas que se têm visto, não é isso que está a acontecer, não têm aprendido nada com o passado e continuam a ver a força bruta como a única solução para se apaziguar o ambiente de ferro e fogo como o que se está a passar em todo o mundo com especial incidência no Mundo Muçulmano.
Ganhar alguma humildade seria essencial, e seria o primeiro sinal para uma visão diferente, quiçá, totalmente decisiva, até como exemplo do principal elemento decisor e guia da frente que são os EUA. País que eu gosto muito, onde passei dos melhores anos da minha vida, num tempo muito melhor e dois anos antes do 11 de Setembro de 2001 com o Presidente Clinton. Os Estados Unidos da América têm a obrigação de dar o exemplo de elevação que, embora custe a acreditar, seria o toque de apaziguamento e repensar para todos.
Eduardo Moreira
O caldo vai ficar entornado, os EUA, com o Sr. Presidente Bush, à frente, promete levar tudo pela frente, à bruta, para resolver os seus problemas, juntou-se com outro, que tal, o primeiro-ministro israelita, Ehud Olmert, renhidos no objectivo de impedir o Irão prosseguir com o programa de enriquecimento de urânio, Israel diz que não pode tolerar um Irão Nuclear, Bush recusa-se a dialogar com o Irão, mesmo para ajudar a resolver o conflito no Iraque que eles produziram, agarrados a informações que não foram confirmadas.
Nota-se que Israel está mais do decidido em avançar para um via de confronto de forma a eliminar o potencial em preparação por parte do Irão. Não se sabe o que isto vai dar mas que se avizinham coisas graves, não restam dúvidas. Blair está muito mais moderado e avança com propostas ao Irão, mesmo assim com ameaças de isolamento.
Esperava-se que com a derrota dos Republicanos nas Eleições ao Congresso, e já com as posições dos Democratas pressionando Bush, aparecessem propostas mais realistas, mas, com as atoardas que se têm visto, não é isso que está a acontecer, não têm aprendido nada com o passado e continuam a ver a força bruta como a única solução para se apaziguar o ambiente de ferro e fogo como o que se está a passar em todo o mundo com especial incidência no Mundo Muçulmano.
Ganhar alguma humildade seria essencial, e seria o primeiro sinal para uma visão diferente, quiçá, totalmente decisiva, até como exemplo do principal elemento decisor e guia da frente que são os EUA. País que eu gosto muito, onde passei dos melhores anos da minha vida, num tempo muito melhor e dois anos antes do 11 de Setembro de 2001 com o Presidente Clinton. Os Estados Unidos da América têm a obrigação de dar o exemplo de elevação que, embora custe a acreditar, seria o toque de apaziguamento e repensar para todos.
Eduardo Moreira

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