Friday, November 10, 2006


Debate sobre o Orçamento

Acompanhei o debate pela TV, e como já esperava, não se encaminhou para o interesse do País e sim, para, neste caso o PSD, o seu mesquinho interesse, que é marcar alguns supostos pontos no intuito de vencer as próximas eleições. Ou seja, atiram para as urtigas qualquer interesse em se preocuparem com o estado de mudança em que o País está envolvido, que é alcançar o deficit de acordo com os ditames da EU.

O nosso País, anda a patinar, há anos e anos, a fingir que anda e não anda, e, agora que temos entre mãos, e na nossa cabeça, aquela fé “que é desta” nada, só egoísmo, quer dos deputados do PSD quer dos Sindicalistas, quer do próprio povo, que a toque dos Sindicatos (estes só querem mostrar serviço) fazem o que lhes dizem, para ver se colhem uns tostões, esquecem que, ganharão realmente mais se o País se modernizar e se todos se disciplinarem no sentido de deixar-mos de ser os chorões do “não me dão” e arrancar-mos para o meio da tabela, onde estamos integrados que é a U.E.

Noutros tempos, alguns senhores, completamente egoístas e adoradores de pobres, quantos mais melhor, para assim terem uma mão de obra a troco de quase nada, levavam as pessoas a acreditar que lhes davam, e portanto estavam manobrados a aceitar a dependência do que lhe dão, essa mentalidade ainda tem alguns resquícios e daí não verem a diferença entre um tostão agora mais, do que contribuir para um real desenvolvimento do País, em que levando esta tarefa a bom porto logo todos nos melhorávamos e com consistência para um não retrocesso.

Um partido da oposição com carácter, numa situação de quase rotura, quer entregarmo-nos aos vizinhos e amigos Espanhóis para pegarem na criança e salvá-la. Isto é uma vergonha, andaram por aí a falar num pacto, mas foi só um pactozinho, pois veio logo aquela velha maneira à portuguesa de cada um puxar para o seu lado. Entretanto estou o ouvir crianças a dizer que houve greve, e, “estamos por aqui ao alto”, o costume.

Não brinquem com coisas sérias. Com juízo dever-se-ia dizer, “alunos sem escola ou sem professor nunca”.
Patetas.

Eduardo Moreira

1 comment:

JFMN said...

Respeito essa fé, porque de fé se trata. Mas estou convencido que estes artistas são a segunda linha de elencos anteriores e por isso a película nunca será nada que preste.
A prova dos nove tirar-se-á daqui a uns anitos, quando quem nos governar for a terceira linha a exigir uma fé reforçada...
Cumprimentos