
George W. Bush. O Assumir do falhanço
Estava muito claro que seria um erro muito grande acreditar que se podia entrar num País e rapidamente se eliminavam os radicais e todo o povo aclamaria os salvadores da Pátria. Os EUA estavam, e ainda estão, debaixo de um grande trauma, com o acontecimento do 11 de Setembro de 2001.
Por essa altura eu já gostava de escrever sobre os temas que mais marcavam os acontecimentos agudos que por todo o lado se adivinhavam muito perigosos. Nos quatro anos que vivi nos EUA, de 1995 a 1999 as coisas estavam bastante calmas, o Presidente era Bill Clinton e o assunto mais mediático que apareceu foi o de Mónica Lowinsky. O Presidente ainda abanou um pouco mas não chegou ao empechment.
As tentativas de apanhar Ben Laden não resultaram e isso foi dos maiores insucessos de Clinton. Houve mais tarde o ataque ao Navio de Guerra Cole. Porém as coisas ião andando e ninguém esperava qualquer ataque aos EU, era impensável. Aconteceu a catástrofe no coração de New York. Foi o choque total.
A primeira coisa que me ocorreu foi “não retaliar nos mesmos termos que eles o fizeram, ou seja a destruição” quase ninguém concordava comigo, mas eu sabia e sei que tinha e tenho razão, passaram 5 anos e é o que se vê. Houve alguém que ainda levantou a voz dizendo que se devia dialogar, caíram-lhe em cima. Agora já se vai ouvindo. “Tem que se ir ao fundo do motivo do ódio” foi um dos títulos do que escrevi e fui escrevendo. Agora já se fala e falhanço e estuda-se acerca da saída deste caos.
O que se passa em França e outros sítios, também tem de se ir ao fundo dos problemas.
Eduardo Moreira
Estava muito claro que seria um erro muito grande acreditar que se podia entrar num País e rapidamente se eliminavam os radicais e todo o povo aclamaria os salvadores da Pátria. Os EUA estavam, e ainda estão, debaixo de um grande trauma, com o acontecimento do 11 de Setembro de 2001.
Por essa altura eu já gostava de escrever sobre os temas que mais marcavam os acontecimentos agudos que por todo o lado se adivinhavam muito perigosos. Nos quatro anos que vivi nos EUA, de 1995 a 1999 as coisas estavam bastante calmas, o Presidente era Bill Clinton e o assunto mais mediático que apareceu foi o de Mónica Lowinsky. O Presidente ainda abanou um pouco mas não chegou ao empechment.
As tentativas de apanhar Ben Laden não resultaram e isso foi dos maiores insucessos de Clinton. Houve mais tarde o ataque ao Navio de Guerra Cole. Porém as coisas ião andando e ninguém esperava qualquer ataque aos EU, era impensável. Aconteceu a catástrofe no coração de New York. Foi o choque total.
A primeira coisa que me ocorreu foi “não retaliar nos mesmos termos que eles o fizeram, ou seja a destruição” quase ninguém concordava comigo, mas eu sabia e sei que tinha e tenho razão, passaram 5 anos e é o que se vê. Houve alguém que ainda levantou a voz dizendo que se devia dialogar, caíram-lhe em cima. Agora já se vai ouvindo. “Tem que se ir ao fundo do motivo do ódio” foi um dos títulos do que escrevi e fui escrevendo. Agora já se fala e falhanço e estuda-se acerca da saída deste caos.
O que se passa em França e outros sítios, também tem de se ir ao fundo dos problemas.
Eduardo Moreira

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